Em 5 de março, o Encarregado de negócios interino da Embaixada da Hungria na Ucrânia foi convocado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia.
A parte ucraniana enfatizou a inadmissibilidade de ações de promoção política e de politização de questões sensíveis no contexto da transferência de alguns prisioneiros de guerra ucranianos do cativeiro russo para a Hungria sem qualquer notificação prévia ou coordenação com a Ucrânia.
O retorno de pessoas do cativeiro é uma prioridade absoluta para a Ucrânia, como demonstra a libertação, hoje, de 200 militares no âmbito das trocas. O trabalho nesse sentido é realizado continuamente em todas as plataformas possíveis e com todos os parceiros capazes de contribuir para a libertação de militares ucranianos e de reféns civis, independentemente de sua origem étnica.
A parte ucraniana reiterou a exigência de que os militares libertados tenham a possibilidade de entrar em contato com funcionários consulares da Ucrânia, a fim de verificar seu estado de saúde, receber assistência consular e garantir a possibilidade de determinar livremente seu futuro, sem qualquer pressão ou coerção externa.
Esperamos da parte húngara uma resposta rápida e a confirmação oficial de que às pessoas mencionadas será concedida plena liberdade para escolher seu local de residência e seus planos futuros.